A espera terminou. Após semanas e semanas a curtir os singles "Amor de Ganga", "Bomba Relógio" e, mais recentemente, "Pessoas Normais", Miguel Luz lançou finalmente o seu muito esperado novo disco, Ganga com Ganga. Este, que saiu hoje mesmo (dia 6 de março), é o seu segundo álbum de estúdio, seguindo-se a Crocodilo (2017).
Ao todo, são 12 faixas que compõem o disco. Numa sonoridade algures entre o rock, pop e um pós-punk que não impede a dança, o artista leva-nos pelo tema, sobretudo, do amor. Com guitarra elétrica na mão, parece que todos os ídolos da música (passada e presente) incentivam à canção de amor. Isso vemos logo no single "Amor de Ganga" - que ribomba nos nossos ouvidos à semanas e que não conseguimos parar de ouvir.
Mas este disco não é apenas uma viragem na carreira musical de Miguel Luz. Como se sabe, ele não é unicamente músico. Também faz comédia, escreve, filma - e muito mais. Por isso, mais do que um novo caminho musical, Ganga com Ganga é, no fundo, um aprofundamento de um artista multifacetado numa das suas variadíssimas facetas. Este LP é, acima de tudo, Miguel Luz a conquistar indubitavelmente mais uma área criativa, é ele a firmar-se como um dos cantores mais relevantes do nosso país neste momento.
A apresentação ao vivo de Ganga com Ganga virá em abril. Nos dias 3 e 4, Miguel Luz estará no Capitólio, em Lisboa. No dia seguinte (5 de abril), rumará ao Porto, ao Hard Club.









