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Ed Sheeran partilha nome do álbum e alguns sonhos

Cantor foi ao programa de Jimmy Fallon partilhar algumas das suas aspirações, bem como o nome do seu próximo álbum.

Ed Sheeran foi ontem ao The Tonight Show, programa do comediante norte-americano Jimmy Fallon. Aí tiveram uma longa conversa um pouco acerca de tudo, incluindo os seus planos para o futuro, as suas aspirações secretas e inclusive o nome do próximo álbum, que já está prontinho a sair.

Em relação ao nome do disco, é muito simples: Play. O músico explica deste modo a sua escolha: "Sou um bocado obcecado pelo Tarantino e ouvi dizer que ele ia fazer só dez filmes (...) e por isso eu quero fazer os meus dez álbuns, mais um projeto secundário aqui e ali". E continua por contar que, quando era ainda miúdo, planeou estes dez projetos: cinco para a sua série Mathematics (+, em 2011, x, em 2014, ÷, em 2017, =, em 2021, e -, em 2023) e, depois disso, a sua série "do gravador" (se pudermos dar-lhe este título): Play, Pause, Rewind, Fast-Forward e Stop. Por isso, agora chegou a vez de Play. Mas, quando perguntado por Fallon se deixaria de publicar depois do eventual álbum Stop, o britânico admitiu que andava a namorar a ideia de, no dia da sua morte, lançar um LP apenas com faixas inéditas, chamado Eject.

Mas acerca deste próximo LP, além de estar pronto e do nome, só sabemos mesmo o single, "Azizam", do qual uma versão ao vivo foi publicada no Instagram do cantor. "Azizam", partilhou o britânico, significa "minha querida" em farsi, e é inspirada pelo produtor sueco-iraniano Illya Salmanzadeh, que co-escreveu a faixa com Sheeran. Além da ambiência iraniana em que a música nasceu, o músico também contou como anda muito interessado na música como fenómeno global, e nas diferenças e semelhanças entre a música feita em locais tão distantes quanto o Irão, a China e a Irlanda. Uma coisa que fez, neste estudo movido a curiosidade, foi gravar uma versão de "Azizam" com instrumentos clássicos chineses, outra totalmente cantada em farsi com instrumentos iranianos e ainda outra totalmente irlandesa. Assim já se  percebe o que Sheeran andou a fazer este ano, em que aparecia num ponto diferente do globo a cada semana: estava a estudar, a absorver a música de outros lados, a abrir os horizontes para, quem sabe, os introduzir no seu próprio trabalho. 

Além de tudo isto, uma outra partilha interessante do artista foi a sua aspiração de um dia escrever uma música para Rihanna. Ao que parece, sempre que está a trabalhar num álbum, cria igualmente uma ou duas canções à parte, na esperança de que a norte-americana as queira utilizar. Tarefa difícil, já que, como admite o próprio Sheeran, "a Rihanna tem o melhor gosto de todos. Só escolhe canções mesmo, mesmo boas". Vamos ver, Ed, se chegas a escrever uma que ela queria usar. Quem sabe.

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