Emilie Kiser, uma das influencers de lifestyle mais seguidas do momento, falou pela primeira vez sobre a tragédia que lhe mudou a vida, a morte do seu filho Trigg, de apenas 3 anos, que morreu afogado na piscina de casa em maio.
Visivelmente abalada, Emilie assumiu culpas e desabafou que devia ter feito mais para proteger o filho, disse que a ausência de uma vedação permanente na piscina foi um erro que nunca vai perdoar, sublinhando que um simples gradeamento podia ter evitado o acidente.
O caso deixou o público em choque, sobretudo depois de se saber que o pai de Trigg estava em casa no momento em que tudo aconteceu e o menino esteve sozinho no quintal durante mais de nove minutos, quase sete deles dentro de água, antes de ser encontrado. O pai terá inicialmente dado uma versão com tempos diferentes, mas imagens de videovigilância revelaram o cenário exato, o que aumentou a onda de críticas e perguntas sobre como tudo aconteceu. Trigg ainda foi levado com vida para o hospital, mas não resistiu e acabou por morrer seis dias depois, a 18 de maio. Emilie descreveu o filho como “uma luz brilhante” que iluminava tudo à sua volta e confessou que o vazio que sente é “insuportável”.
Além da dor da perda, a influencer falou também da pressão mediática e das redes sociais, revelando que sentiu a invasão e a falta de limites de muitos seguidores, por isso, decidiu mudar a forma como vai expor a sua vida online, impondo novas barreiras para proteger os filhos e a sua família. Mesmo em sofrimento, deixou uma mensagem de agradecimento às pessoas que a apoiaram neste momento tão difícil, desde familiares e amigos a seguidores que nunca a conheceram pessoalmente, mas que lhe enviaram mensagens de força. No meio da tragédia, Emilie disse que quer usar a sua experiência para alertar outros pais, reforçar a segurança em casa e nunca desvalorizar riscos simples, como o acesso a uma piscina, pode ser a diferença entre a vida e a morte.