O ator Timothée Chalamet foi, no dia 23 deste mês, um dos grandes vencedores dos SAG Awards. Ganhou o prémio de “Melhor ator” pelo seu trabalho em A Complete Unknown, a biopic de Bob Dylan que é um dos filmes mais nomeados deste ano.
No seu discurso de aceitação do prémio, o ator admitiu as suas ambições - que são nada menos que colossais. Como ele próprio disse: “Sei que este é um negócio subjetivo, mas a verdade é que estou em busca da grandeza. Sei que as pessoas geralmente não falam assim, mas quero ser um dos grandes”. Depois deu exemplos de pessoas que o inspiram, desde atores como Daniel Day-Lewis e Viola Davis a desportistas como Michael Jordan e Michael Phelps.
E é curioso como o próprio Chalamet reconhece que não é comum falar assim, sem meias-palavras: “Sei que o mais elegante seria relativizar o esforço que fiz ao desempenhar este papel, e o significado deste prémio para mim, mas a verdade é que foram cinco anos e meio da minha vida. Dei tudo o que tinha para interpretar este artista incomparável”.
O autorreconhecimento não é, pois, um problema para o ator - que também não tem escrúpulos em reconhecer o talento e importância dos outros. Naturalmente, ao aceitar o prémio, agradeceu à mãe e aos colegas.
Timothée Chalamet está igualmente nomeado, pelo mesmo papel, para o prémio de “Melhor ator principal” nos Oscars de 2025, cuja cerimónia terá lugar no dia 2 de março, próximo domingo.