Met Gala 2026 volta com looks cheios de significado

De homenagens ao cinema a críticas sociais, a passadeira vermelha não desiludiu

Os Met Gala voltaram a transformar Nova Iorque no centro da moda e da cultura pop, com várias celebridades a apostarem em visuais criativos, concetuais e cheios de referências.

Um dos momentos mais comentados foi o de Sabrina Carpenter, que surgiu com um look inspirado no clássico filme Sabrina (1954), protagonizado por Audrey Hepburn. O vestido, construído com rolos de filme e detalhes brilhantes, acabou por funcionar como uma homenagem ao cinema e à história da moda.

Também Bad Bunny não passou despercebido ao aparecer irreconhecível, com um visual envelhecido criado através de próteses realistas. A transformação levou o conceito da gala para um lado mais artístico e provocador, criando muita conversa nas redes sociais.

Já a Beyoncé apostou num look impactante, inspirado na estrutura de um esqueleto, que muitos interpretaram como uma crítica à pressão estética e ao uso de medicamentos como o Ozempic. A artista fez-se ainda acompanhar pela filha, Blue Ivy Carter, que se estreou no evento, tornando o momento ainda mais especial.

Outro destaque foi a Emma Chamberlain, que levou à passadeira vermelha um vestido pintado à mão, inspirado em Vincent van Gogh. O look contou ainda com um toque português, já que foi criado pelo designer Miguel Castro Freitas.

Com propostas que cruzam moda, arte e mensagem, o Met Gala voltou a provar que continua a ser um dos eventos mais marcantes do ano.

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